sábado, 31 de dezembro de 2011

O perigo de um meio de comunicação cair nas mãos de pessoas errdas,como por exemplo: uma Rádio comunitária cair, nas mãos de polítiqueiros!


Veja como os poderosos manipulam os meios de comunicação de maça, como Televisão, Radios, Jornais, e Revistas; assista a este Vídeo e faça as suas considerações; você sabia que Rádios comunitárias, também  podem se tornar um perigo nas  mãos de políticos? Analise por exemplo, á, rádio Aroeiras FM 87.9, que na verdade pertence a os Bezerras!



sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Presidente do PT de Aroeiras-PB,fez a entrega nesta Sexta Feira 30/12/2011 do novo padrão do Time do Independe da Rua do Aricurú

Nesta ultima Sexta Feira dia 30/12 do Ano de 2011, O presidente do Partido dos Trabalhadores PT Aroeiras-PB, fez a entrega do Novo padrão do Time do independe FC da Rua Aricurú, com as cores da Portuguesa a Lusa; é uma justa homenagem a família Ribeiro Alves, que tem nas veias o Sangue Português como Dizia o meu Saudoso Pai Antonio Ribeiro, também não deixando de Homenagear o patrocinador O Deputado Estadual do PT PB Frei Anastácio, que também se Chama Antonio Ribeiro; Só resta agora torcer pela Gloriosa Lusa; ou melhor: o Glorioso Time do Independente FC da Rua Aricurú, que No Próximo dia 08/01/2012 estreará o novo padrão; O próximo passo agora é apoiar, a, Escolinha Eraldo Mendes que é um celeiro de revelações de futuros craques, da Cidade de Aroeiras-PB, que tem a frente o Professor (Eraldo o Outro)



quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Plano do governo para tirar 16 milhões da miséria avança em serviços, renda e inclusão produtiva

                          Plano do Governo  do partido dos trabalhadores




Brasil Sem Miséria integra ações conjuntas de ministérios, estados e municípios para erradicar a extrema pobreza no país. Estratégias como a Busca Ativa, a extensão do Bolsa Família para gestantes e nutrizes e a criação de cursos de qualificação profissional marcam o plano, anunciado em junho


  Em 2 de junho de 2011, o governo federal lançou o Plano Brasil Sem Miséria, com o desafio de acabar com a miséria no país até 2014. O Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que 16,2 milhões de pessoas estão em situação de extrema pobreza: são famílias com renda per capita de até R$ 70 mensais. Essa população tem rosto e endereço: a maioria vive no Nordeste – 59% ou 9,6 milhões de pessoas – e é jovem – 51% têm até 19 anos e 40%, até 14. Pouco mais da metade dos 16 milhões vive em centros urbanos e os demais, no campo.
Um dos pontos marcantes na cerimônia de lançamento do Brasil Sem Miséria foi o depoimento da costureira Marize Rodrigues, ex-beneficiária do Bolsa Família. Exemplo de superação, ela preside a Cooperativa de Costura de Osasco, na Grande São Paulo. Em 2003, Marize ingressou no Bolsa Família e depois integrou o Projeto Oficina Escola, iniciativa da Prefeitura de Osasco. Em maio de 2011, desligou-se do programa por já ter condições de se manter financeiramente. “Por meio do Bolsa Família, tive acesso a vários outros serviços. Terminei o ensino médio e estou estudando inglês.” A cooperativa confecciona, além de sacolas em tecido 100% algodão, camisetas e uniformes escolares da rede municipal e para empresas.
O Brasil Sem Miséria, que integra diversos órgãos e é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), organiza-se em três eixos de atuação: garantia de renda, acesso a serviços públicos e inclusão produtiva. O objetivo é elevar os ganhos e o bem-estar da população. De acordo com a ministra Tereza Campello, o plano articula ações que já existiam com um conjunto novo de medidas. “O Estado deve chegar a essa população extremamente pobre, que, em geral, não consegue ter acesso às ações do governo federal, dos estados e dos municípios.”
Também no dia do anúncio do Brasil Sem Miséria, foi assinado um acordo entre o governo federal e a Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) para compra da produção de agricultores familiares ¬– uma das estratégias do plano para elevar a renda dos produtores mais  pobres.
Além disso, oito estados e o Distrito Federal estão complementando renda dos mais pobres com programas similares ao Bolsa Família.
Bolsa Família – Em setembro, o MDS anunciou novas medidas para aprimorar o Bolsa Família, entendo que a infância e a juventude são as principais vítimas da extrema pobreza. Além de cadastrar novas famílias por meio da Busca Ativa, o programa ampliou de três para cinco os benefícios variáveis por família, para filhos de até 15 anos. Com isso, mais 1,3 milhão de crianças e adolescentes começaram a receber a transferência de renda. O programa também passou a oferecer o retorno garantido. Assim, o beneficiário que se desligar voluntariamente poderá voltar quando necessitar.
Em novembro, o benefício do Bolsa Família se estendeu a gestantes e nutrizes, numa estratégia para elevar a renda e ampliar a proteção à mãe e à criança. Ao todo, 92 mil mulheres em fase de amamentação e 25 mil gestantes já recebem o recurso mensal de R$ 32.
Suas – No começo de julho, foi sancionado o projeto de lei do Sistema Único de Assistência Social (Suas) pela Presidência da República. O momento marcou uma vitória para a assistência social, área fundamental na erradicação da extrema pobreza no país. Na cerimônia de sanção do Suas, a presidenta Dilma definiu: “A nova Lei do Suas será determinante para o êxito pleno do Brasil Sem Miséria. O Sistema Único de Assistência Social e o Brasil Sem Miséria passam a ser, a partir de agora, um a imagem do outro, um gêmeo do outro”.
Campo – O Brasil Sem Miséria estabeleceu ações para as famílias do campo, onde se concentram 47% da população extremamente pobre. O foco é o aumento da produção do pequeno agricultor, com oferta de assistência técnica, fomento, sementes e água. Em agosto, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) anunciou o resultado da primeira chamada pública de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) do Plano Brasil Sem Miséria. Nove entidades foram selecionadas para prestar serviços em municípios localizados nos Territórios da Cidadania.
Semente – Em outubro, começaram a ser distribuídas as primeiras sementes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para famílias da área rural de oito estados do Nordeste e do norte de Minas Gerais.
Bolsa Verde – O governo federal criou um programa de transferência de renda para agricultores que exercem atividades de preservação ambiental em unidades federais de conservação. O Bolsa Verde, que paga a cada trimestre R$ 300 por família por meio do cartão do Bolsa Família, já transferiu a primeira parcela para 9,2 mil grupos familiares e mais 6,8 mil receberão o benefício em janeiro de 2012.
Em dezembro, o MDS assinou convênio com o Instituto Rede de Base Orgânica Cata Sampa e a Cooperativa Central de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis do Grande ABC (Coopcente ABC), vencedores de edital de incentivo à organização de entidades de coleta seletiva e reciclagem. A licitação, que prevê investimentos de R$ 19 milhões, tem parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A concorrência, vencida por 29 entidades, proporcionará a inclusão econômica de 8 mil catadores em todo o país. O Plano Brasil Sem Miséria prevê a capacitação de trabalhadores da reciclagem e tem a meta de incluir 280 mil catadores até 2014.
Conquistas em números
407 mil famílias pobres localizadas pela Busca Ativa em todo o país, 90 mil a mais que a meta prevista para o período. Dessas, 325 mil já estão recebendo o Bolsa Família
37 mil famílias recebendo assistência técnica nos 9 estados da Região Nordeste e no norte de Minas Gerais
375 toneladas de sementes disponíveis para distribuição a agricultores extremamente pobres do Semiárido
315,2 mil cisternas viabilizadas no programa Água para Todos (sendo 84,7 mil entregues; 68,8 mil em construção e 161,7 mil contratadas)
82,6 mil agricultores familiares incluídos no Programa de Aquisição de Alimentos
3,5 milhões de pessoas recebendo benefício complementar ao Bolsa Família
Sandra Fontella
Ascom/MDS
3433-1021

     
Fonte: www.mds.gov.br/saladeimprensa
                                         

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Falando francamente “Cobranças” A falta d,água


      Esta água contaminada está servindo para um pouco de tudo
Está faltando água na Cidade de Aroeiras:
De quem é a culpa? Da companhia de abastecimento CAGEPA, ou dos que mandam furar os canos nas imediações entre Ria chão e Aroeiras? Com a palavra o cidadão que se sente prejudicado; SR. Geraldo Lima em entrevista a Rádio web. joaodoviolao.com; veja o vídeo...

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Brasil supera Reino Unido e se torna 6ª maior economia, diz entidade

O Brasil deve superar o Reino Unido e se tornar a sexta maior economia do mundo ao fim de 2011, segundo projeções do Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR, na sigla em inglês) publicadas na imprensa britânica nesta segunda-feira.

Segundo a consultoria britânica especializada em análises econômicas, a queda do Reino Unido no ranking das maiores economias continuará nos próximos anos com Rússia e Índia empurrando o país para a oitava posição.

O jornal "The Guardian" atribui a perda de posição à crise bancária de 2008 e à crise econômica que persiste em contraste com o boom vivido no Brasil na rabeira das exportações para a China.

O "Daisy Mail", outro jornal que destaca o assunto nesta segunda-feira, diz que o Reino Unido foi "deposta" pelo Brasil de seu lugar de sexta maior economia do mundo, atrás dos Estados Unidos, da China, do Japão, da Alemanha e da França.

Segundo o tablóide britânico, o Brasil, cuja imagem está mais freqüentemente associada ao "futebol e às favelas sujas e pobres, está se tornando rapidamente uma das locomotivas da economia global" com seus vastos estoques de recursos naturais e classe média em ascensão.

Um artigo que acompanha a reportagem do "Daily Mail", ilustrado com a foto de uma mulher fantasiada sambando no Carnaval, lembra que o Império Britânico esteve por trás da construção de boa parte da infraestrutura da América Latina e que, em vez de ver o declínio em relação ao Brasil como um baque ao prestígio britânico, a mudança deve ser vista como uma oportunidade de restabelecer laços históricos.

"O Brasil não deve ser considerado um competidor por hegemonia global, mas um vasto mercado para ser explorado", conclui o artigo intitulado "Esqueça a União Européia... aqui é onde o futuro realmente está".

A perda da posição para o Brasil é relativizada pelo "Guardiã", que menciona uma outra mudança no sobe-e-desce do ranking que pode servir de consolo aos britânicos.

"A única compensação (...) é que a França vai cair em “Velocidade maior”. De acordo com o jornal, Sarkozy ainda se gaba da quinta posição da economia francesa, mas, até 2020, ela deve cair para a nona posição, atrás do tradicional rival Reino Unido.

O enfoque na rivalidade com a França, por exemplo, foram a escolha da reportagem do site "This is Money" intitulada: "Economia britânica deve superar francesa em cinco anos".
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BC reduz previsão de crescimento da economia para o ano e aumenta a de inflação
O Banco Central (BC) reduziu nesta quinta-feira (22) a previsão de crescimento da economia brasileira no ano, de ...
Fonte:
Mais UOL Economia



Que Diferencia o Brasil da administração PSDB para a Gigante administração PT!

Precisamos implantar este modelo Petista aqui em Aroeiras-PB

 “João do Violão presidente do Diretório do PT Aroeiras"

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domingo, 25 de dezembro de 2011

"Feliz natal e um abençoado 2012"


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Companheiros e companheiras, amigos e amigas:
Sou João do Violão!
Como Presidente do Diretório Municipal do PT
Aroeiras PB, eu, quero desejar um Feliz Natal eu feliz ano de 2012, a todos
Os Filiados e filiadas, esperando grandes conquistas nas próximas eleições!

sábado, 24 de dezembro de 2011

"Petrolina foi apenas o aquecimento", diz coordenadora da ASA

Gleiceani Nogueira - Asacom 22/12/2011




Coordenadora avaliou a manifestação como muito positiva | Foto: Ivan Cruz/Asacom



Na última terça-feira (20), a Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) conseguiu levar às ruas de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE) 15 mil pessoas para um ato público, cujo objetivo era reafirmar a importância da sociedade civil na construção de políticas de convivência com o Semi-areado. A manifestação, que foi apenas um “aquecimento”, como destaca a coordenadora da ASA, Neilda Pereira, chamou atenção da sociedade, da imprensa e da própria rede pela força da mobilização.

Por telefone, a jornalista Gleiceani Nogueira, da Assessoria de Comunicação da ASA (Asacom), conversou com Neilda Pereira sobre o resultado da manifestação. Ela também falou do apoio de outros movimentos e grupos que marcaram presença no evento e das outras ações que foram traçadas pela Articulação para garantir a continuidade dos programas Um Milhão de Cisternas (P1MC) e Uma Terra e Duas Águas (P1+2). Confira a entrevista!
Asacom - Um dos objetivos do ato público realizado na última terça-feira (20) era reafirmar a importância da sociedade civil na construção de políticas públicas de convivência com o Semi-areado. Você avalia que essa proposta foi cumprida? 

Neilda Pereira -
Pra mim foi um momento onde reafirmamos e mostramos que a nossa capacidade de mobilização vai muito além do que a gente imagina, no sentido de que a manifestação em Petrolina não só reafirmou como mostrou claramente que a ASA é forte porque é formada por agricultores e agricultoras, organizações locais e, principalmente, por pessoas que acreditam na força do Semi-areado. Além disso,  representou um momento de união e de construção coletiva. As pessoas estavam alí sabendo da importância daquele momento e lutando para que essa ação aconteça no Semi-areado. Então o meu sentimento é de que conseguimos reafirmar [a importância da nossa ação] e, sobretudo, dizer à sociedade que acreditamos num outro Semi-areado, que estamos construindo um semi-areado digno, justo e sustentável com as famílias agricultoras dessa região.

Asacom– De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) a caminhada contou com a presença de 15 mil pessoas, um número maior do que o esperado. A que você atribui esse poder de mobilização em apenas uma semana?

Neilda Pereira -
Eu atribuo a vontade das pessoas de querer continuar com essa caminhada de construção de um semi-areado digno, justo e solidário Eu também atribuo à perseverança dos agricultores e agricultoras, dos que já foram contemplados com as ações da ASA e dos que esperam ser beneficiados, das comissões municipais, das organizações e das Asas Estaduais. Esse movimento fez com que a gente tivesse em Petrolina  com um número além do que estávamos esperando. A nossa estimativa era de 10 mil pessoas e chegamos a 15 mil participando e colocando a importância da continuidade das ações da ASA.

Asacom- Entre os participantes do ato havia representantes de movimentos sociais, grupos feministas, políticos e também a igreja católica. Como esses grupos têm apoiado a ASA nesse atual contexto que a rede vive?

Neilda Pereira -
Esses grupos têm participado nos estados das dinâmicas da ASA e nesse momento, onde reafirmamos a importância da continuidade [dos programas da rede], esse grupo não só esteve presente em Petrolina, mas também enviaram cartas e e-mails falando da importância da nossa ação. Então, essa é uma participação que tem acontecido nesse momento, mas que na verdade é fruto já de uma discussão que acontece nos estados, a partir de um conjunto de experiências que existem na região.

Asacom – O ato público faz parte de uma série de ações que estão sendo desenvolvidas para que as organizações da sociedade civil possam continuar executando as políticas de convivência com o Semi-areado, através dos programas Um Milhão de Cisternas (P1MC) e Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2). Que outras ações são essas?

Neilda Pereira –
Existe uma articulação com parlamentares nos estados que conhecem a ação da ASA, inclusive, que têm se pronunciado no sentido de que essa ação vem contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das pessoas no Semi-areado. Há ainda uma articulação com os movimentos sociais, que tem suas trajetórias, suas lutas, mas que também apóiam a ASA por atuarem nessa região e por acreditar na importância das ações. Existe também o movimento nos conselhos, como os de segurança alimentar e desenvolvimento sustentável, no sentido que nós discutimos políticas públicas e estamos nesses espaços contribuindo para a consolidação de políticas públicas. Outro movimento fundamental que temos feito é a mobilização nas comunidades. Os agricultores e as agricultoras compreendem que momento é esse e reafirmam a importância de que, se for necessário fazer outros atos, outras manifestações, que venha mostrar a importância do que a gente vem construindo no Semi-areado, eles estarão conosco. Então, na verdade, isso não encerrou em Petrolina. Esse ato aqueceu a gente para dar continuidade a essa articulação, seja com parlamentares, com movimentos, conselhos e com as próprias comunidades, para que em todos os espaços a gente reafirme e lute para que o governo federal dialogue com a gente numa perspectiva de continuidade.
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Fonte: ASA BRASIL

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Paraíba, 23/12/2011 Mais 431 municípios brasileiros podem ter rádios comunitárias

551 entidades atenderam aos nove primeiros avisos

Os 11 avisos de habilitação para rádios comunitárias publicados em 2011 contemplaram 431 municípios brasileiros. Em todo o País, 551 entidades atenderam aos nove primeiros avisos do Plano Nacional de Outorgas (PNO-2011), e ainda há dois deles abertos.

Haverá mais 26 avisos até o final de 2013, como parte do PNO 2012-2013. A partir da publicação do aviso de habilitação, as entidades interessadas podem começar o processo para operar uma rádio comunitária.

Atualmente, o Brasil conta com 4.385 rádios comunitárias em funcionamento. O serviço foi criado em 1998. “A publicação da agenda antecipada deu mais celeridade na tramitação dos processos, pois as entidades se programam para encaminhar a documentação”, afirma o coordenador-geral de Radiodifusão Comunitária do ministério, Octavio Pieranti.

Regras - O Plano também atualizou as regras para escolha das entidades que podem operar uma rádio comunitária. A manifestação de apoio de entidades da localidade é o principal critério de pontuação. Antes, o fator principal para apoiar entidades que pleiteavam a operação eram os abaixo-assinados de moradores da região. Outra mudança se refere ao prazo de envio da documentação necessária, que foi ampliado de 45 para 60 dias.

Rádio comunitária é uma emissora de FM, que tem alcance de 1 km a partir de sua antena transmissora. É uma pequena estação para as comunidades divulgarem eventos, notícias locais ou de interesse local, manifestações culturais, idéias, tradições, acontecimentos comunitários e de utilidade pública. Ou seja, um instrumento da comunidade para promover a melhoria das condições de vida da população.

De acordo com a legislação vigente, uma rádio comunitária não pode ter fins lucrativos nem vínculos de qualquer tipo, como partidos políticos e instituições religiosas.
O Mini Com já estabeleceu cronograma para os próximos dois anos.

Fonte: www.secom.gov.br

www.luizcouto.com

Rádio Aroeiras FM, ou Rádio Bezerra?

                                 Foto da suposta Rádio Aroeira FM 87.9?
O senhor Geraldo lima, Líder comunitário e presidente da Associação comunitária rural do Sitio Nogueira, em entrevista, à Rádio Web. joaodoviolao.com, disse que á Rádio comunitária Aroeiras FM 87.9 deveria se chamar de Rádio Bezerra; nunca vi uma Rádio comunitária, que deveria servir a comunidade, está a serviço de um grupo político, isto é um absurdo! Eles só abrem espaço para pessoas que são ligadas ao grupo do prefeito, falam mal dos seus Adversários, e, não querem de nenhuma maneira, ceder espaço a quem quer que seja! Estou até com vergonha de dizer que moro em Aroeiras, quando estou em outra Cidade!  Disse Geraldo Manuel de Sousa (Geraldo Lima) Veja a entrevista a seguir no vídeo blog:

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Paraíba, 22/12/2011 Petistas se solidarizam com deputado Luiz Couto


Parlamentares da bancada do PT na Câmara ocuparam a tribuna nesta quarta-feira (21) para manifestar solidariedade ao deputado Luiz Couto (PT-PB) que está sendo alvo de uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF).

O petista, na condição de relator da CPI do extermínio no nordeste, citou o deputado Manoel Júnior (PMDB-PB) durante os trabalhos de investigação entre 2003 e 2005 acerca da atuação de grupos criminosos na região. "Não pude deixar de citar aquilo que foi dito pelas diligências e pelos depoimentos", explicou Couto.

Ao defender o companheiro de partido, o deputado Valmir Assunção (PT-BA) afirmou em plenário que "todos os homens e mulheres que têm convicção e estão a favor da retidão vão ter sempre contra eles aqueles que querem destruir o conceito da verdade, que é fundamental".

O deputado Pedro Uczai (PT-SC) deixou sua solidariedade ao deputado Luiz Couto "e a todas as lideranças que lutam por justiça, igualdade social, dignidade humana e reforma agrária no País".

Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), o companheiro de bancada está sendo questionado porque decidiu falar a verdade. “A verdade é cheia de coragem.

“Essas tentativas de calar Luiz Couto não vão lhe deter, porque ele fala em nome da vida, da construção de um sonho e de sua transformação em realidade”.

Ao falar da ação que tramita no STF, Luiz Couto disse esperar que tribunal arquive o processo. "Há jurisprudência por ser uma ação do Parlamento, que tem imunidade por seus votos, por suas falas, por suas opiniões", ressaltou.

"Peço a solidariedade e a defesa dos companheiros e companheiras do meu partido e das outras bancadas. Agradeço, com a graça de Deus", disse.

Gizele Benitz




quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Frei Anastácio protesta contra retirada da ASA Do programa de construção de cisternas

O deputado estadual Frei Anastácio protestou hoje, na tribuna da Assembléia Legislativa, contra a decisão do governo federal que retirou da administração da Articulação, do Semi-árido (ASA) o programa de um milhão de cisternas. “Eu não concordo com essa posição de entregar a construção de cisternas de placa aos estados e municípios. Isso é um retrocesso na relação com os movimentos sociais organizados, que o presidente Lula implantou”, disse Frei Anastácio.O parlamentar registrou que nesta terça-feira, dez mil trabalhadores e trabalhadoras e dirigentes de ONGs  estão realizando protesto em Petrolina, Pernambuco, contra essamedida do governo federal. “Quinta-feira, haverá protestos em diversas cidades da Paraíba, contra a decisão do governo”, destacou. Frei Anastácio disse que esse programa já construiu mais de 40 mil cisternas na Paraíba, de 2003 para até agora. No semi-árido nordestino, o programa deixou quase 400 milcisternas de placas prontas. “Agora, a presidente Dilma vai passar esse programa para governos estaduais e prefeituras. Dessa forma, vão ficar dois programas: um que vaiimplantar cisternas de plástico e outro com as tradicionais cisternas de placas. Mas , tudo nas mãos dos estados e prefeituras. Enquanto uma cisterna de placa fica pronta segastando pouco mais de dois mil reais, cada cisterna de plástico irá custar quase 10 mil reais. Essa decisão está errada, e por isso estou ao lado dos trabalhadores etrabalhadoras”,argumentou o deputado.  Diminuição do êxodo rural  O parlamentar relata que nos últimos 10 anos, o êxodo rural no Nordeste foi menor do que a média nacional. Ficou em apenas 5,7%.A média nacional é de 6,3%.O petistadestacou que na década de 1990 a 2000, o índice do êxodo rural no Nordeste chegava a 8,9%.Além disso, os programas sociais do governo fizeram com que a região Nordestefosse uma das que mais se desenvolveram nos últimos dez anos. mostrando que isso que estão fazendo é um retrocesso na história política recente do nosso país. A ASA vem atuando em 1.076 municípios do Semi- árido.São quase 500.000 mil cisternas de placas, sendo 372 mil, construídas pelo Programa Um Milhão de Cisternas do Governo Federal, envolvendo 12 mil pedreiros. Isso equivale a 5 milhões e 760 mil metros cúbicos de água descentralizada. O que representa mais de 1,7 milhão pessoas quetêm autonomia para gerir sua própria água.Desde o governo Lula, até agora, não se ouviu falar em nenhum saque feito por pessoas famintas nesse país.Antes do governoLula, isso era comum. Frei Anastácio lembra que todo ano, bastavam estiar, os famintos saiam saqueando mercadinhos, bodegas e até supermercados. Esse programa das cisternas junto com o Bolsa Família são os grandes responsáveis, também, pela diminuição do êxodo rural. “Agora vem a Presidente Dilma, querendo quebrar esse pacto que o governo Lula fez com a sociedade civil organizada e que estava dando resultados positivos. Esseprograma de cisternas chegou a ganhar prêmios nacionais e internacionais pela sua capacidade de agregar resultados. Com essa ação, o atual governo federal irá se igualar àspolíticas do governo do PSDB e do DEM e eu não concordo com isso”, garantiu. O deputado disse que já enviou ofícios, encaminhando documentos dos movimentos sociais, para a presidente da república, e para o Ministro Chefe da Casa Civil, para o Ministério do Desenvolvimento Regional

Fonte: http://bmail.uol.com.br/compose?to=assessoria@freianastacio.com.br


Um movimento nunca visto antes por parte da Asa Brasil do PATAC e CPT invadiu as Ruas de Juazeiro na Bahia e Petrolina No Estado de Pernambuco; uma enorme caravana em passeata atravessou A ponte do Rio São Francisco cantando palavras de ordens! Os companheiros Geraldo Lima, Paulo e sua esposa Simone, sob, A, Liderança do incansável João do Violão, estiveram presentes ao ato público representando a Cidade de Aroeiras-PB, a, onde grande parte da imprensa nacional e internacional, davam, cobertura ao fato de grande repercução local e no mundo inteiro!



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Neste movimento aconteceu um poco de tudo; veja!

Luiz Couto defende manutenção de parceria entre MDS e ASA

O deputado federal de Luiz Couto fez um apelo, nesta segunda-feira, no plenário da Câmara, ao Governo Federal e ao Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), no sentido de não cortar os convênios com a ASA – Articulação do Semi Árido para não prejudicar a construção de cisternas nos sertões dos estados da região Nordeste.
Luiz Couto ressaltou a importância da ASA como uma experiência exitosa de uma ação em rede que agrega milhares de instituições sociais, entre sindicatos de agricultores, associações de produtores da agricultura familiar, pastorais sociais e cooperativas de militantes que lutam para transformar profundamente a realidade do semi-árido. “A ASA e seus protagonistas chegaram antes, muito antes naqueles lugares onde o Estado não chegava. Chegaram para construir e reconstruir alternativas a partir das experiências dos próprios sertanejos e sertanejas”, disse o deputado.
De acordo com o deputado, o trabalho da ASA, há duas décadas pelo menos, vem promovendo cidadania para milhões de nordestinas e nordestinos através de um trabalho pedagógico que transforma a vida das pessoas, com outra visão de mundo, sem assistencialismo, paternalismos, egoísmos nem politicagem, marcas tão comuns nas tradições políticas da região.
“A nossa intenção aqui é fazer um apelo ao Governo Federal e especialmente ao MDS para que, sem prejuízo dos convênios que já eram celebrados com as prefeituras, consórcios de municípios e governos estaduais, esta parceria com a ASA não seja rompida. Para que além das tecnologias de manejo da água e do respeito ao meio ambiente, este trabalho de educação verdadeira não seja interrompido. E que outros milhares de cisternas brotem o semi-árido brasileiro, com o protagonismo da sociedade e do Governo que estão transformando o Brasil” disse o Couto em seu pronunciamento desta segunda-feira, em Brasília.

 

Presidente do Diretório do PT Aroeiras-PB, e, membro Do conselho Hídrico da ASA PB no município, participou Nesta Terça Feira dia 20/12/2011 em Juazeiro-BA e Petrolina-PE, de um dos maiores atos públicos já vistos até o presente momento, em Cidades, de porte médio no Nordeste, com um público a cima de 30 Mil pessoas, provenientes, de todos os Estados Nordestinos, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, A lagoas, Sergipe, Bahia e, parte do Estado de Minas Gerais; uma grande passeata saindo de Juazeiro A Petrolina atravessou o Rio São Francisco com 30=Quilômetros de congestionamento! Paralisando A BR que dá acesso as duas Cidades, como também é a BR que liga o Nordeste ao Sudeste, passagem de quem segue para o Rio de janeiro e São Paulo, ou Vice e versa; lá também, se fizeram presentes: Geraldo Lima, Paulo e sua esposa Simone; Nós defendemos que o projeto das Cisternas não venha cair nas mãos das Prefeituras, porque poderão acontecer muitas irregularidades, e, além da velha politicagem, que todos nós, já conhecemos muito bem, e como funciona em nossas pequenas Cidades Nordestina.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Beneficiários do Bolsa Família pagarão um centavo para enviar cartas


Modalidade de carta social dos Correios será estendida a titulares ou dependentes de quem recebe o programa de transferência de renda

Os beneficiários do Programa Bolsa Família poderão, a partir de março de 2012, enviar correspondência pagando apenas R$ 0,01 (um centavo).

As regras para postagem da carta social foram definidas pelo Ministério das Comunicações nesta semana e visam facilitar o acesso aos serviços postais às camadas menos favorecidas da população.

Para a diretora do Departamento de Cadastro Único do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Letícia Bartholo, a iniciativa reforça a importância do banco de informações sociais do governo federal. “A utilização do Cadastro Único pelo Ministério das Comunicações reafirma sua legitimidade como meio de promover convergência entre as iniciativas governamentais voltadas à população de baixa renda.”

Regras – O peso máximo para a carta social deve ser de 10 gramas. Um mesmo remetente pode efetuar, no máximo, cinco postagens por dia. É importante que o nome e o endereço de quem envia a carta, assim como os dados de quem vai receber, sejam manuscritos. A postagem deve ser feita exclusivamente nos guichês de atendimento das agências dos Correios, mediante a comprovação de que o remetente é titular ou dependente de titular do programa de transferência de renda.

Atualmente, o Bolsa Família atende 13,1 milhões de famílias. Até outubro de 2011, o MDS destinou mais de R$ 14 bilhões para o pagamento dos benefícios.

André Carvalho


Ascom/MDS
3433-1021
Fonte: www.mds.gov.br/saladeimprensa

 http://www.luizcouto.com/


Em busca da Justiça social e paz no campo


       SR. Geraldo Lima Aroeiras-PB, e, Nailton e esta moça de Gado Bravo-PB
         Na CPT em Campina Grande-PB no Fórum liderança do Agreste

 

Ato público da ASA CPT E PATAC em Petrolina Pernambuco Terça Feira dia 20/12/2011,uma caravana estará saindo de Canpina Grande as 17: horas desta próxima Segunda Feira 19/12/2011
 
Vários municípios do compartimento da Região da Borborema estarão,se fazendo presentes em Petrolina  Pernambuco, divisa com o Estado da Bahia Em devesa do programa um milhão de Cisternas da presidenta Dilma na próxima Terça Feira dia 20/12/2011, O município de Aroeiras estará sendo representado nas pessoas Dos Senhores Geraldo Lima e João do Violão, que representam o Município no conselho Hídrico da ASA-PB, e, conselho rural de desenvolvimento sustentável das Associações comunitárias; Este Ato deverá contar com a  presença de vários parlamentares de vários Estados Nordestino, tanto de Senadores,como de Deputados Estaduais e Federais, Provavelmente, algum Deputado da Bancada do Partido dos trabalhadores PT PB, vai está presente; o, ato deverá ter grande repercussão na Impressa nacional, e  internacional, já que representes de muitos Municípios Nordestinos, vão está presentes;serão vários, Líderes comunitários, que lutam em defesa da Agricultura Familiar; como também em defesa da Agricultura Orgânica para uma saúde melhor para todos e para todas!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Resolução Política do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores


Resolução Política do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores

 
Aumenta o contraste entre o neoliberalismo em crise nos países até agora chamados de “desenvolvidos” e o desenvolvimento na América Latina e em outras regiões do mundo. A recente criação da Comunidade dos Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac) e também com o anúncio, feito pela Unasul, de grandes investimentos estruturantes na região são demonstrações evidentes de que o cenário latino-americano segue distinto daquele que prevalece na Europa, Estados Unidos e Japão.
Isto acontece porque em importantes países da região, o povo elegeu governos comprometidos com políticas desenvolvimentistas, nas quais o Estado tem um importante papel regulador, coordenador e indutor, e que se caracterizam pela ampliação do mercado interno, na integração regional, combinadas com políticas de ampliação da qualidade de vida e da democracia. As recentes eleições na Nicarágua e Argentina confirmam isto.
Um dos principais desafios dos governos progressistas e de esquerda latino-americanos (e caribenhos) é, exatamente, garantir que o processo de desenvolvimento que está em curso na região seja mantido, aprofundado e que não seja bloqueado pela crise internacional.
O mundo está imerso em uma crise profunda, de longa duração e de conseqüências imprevisíveis. Trata-se de uma crise do capitalismo neoliberal, acentuada pelo declínio da hegemonia dos Estados Unidos e pelo deslocamento do centro geopolítico mundial, do Norte para o Sul e do Ocidente para o Oriente.
Frente a esta crise, os governos dos Estados Unidos, da Europa e do Japão insistem em soluções neoliberais e acentuam um comportamento imperialista, que visa ter controle sobre regiões produtoras de matérias-primas. As ameaças contra o Irã, se levadas a cabo, podem desembocar em uma guerra em larga escala, desfecho que a política externa do Brasil busca sempre impedir.
A política monetária expansionista dos Estados Unidos e o ajuste fiscal ortodoxo na Europa constituem diferentes expedientes para transferir o custo da crise para as camadas populares de seus próprios países e para as periferias do mundo.
Os resultados da crise e a ação das forças conservadoras da Europa e EUA estão solapando e tentando destruir conquistas sociais e, para atingir este objetivo, incentivam um ambiente de conservadorismo e desrespeito à democracia. O cancelamento do plebiscito na Grécia é um indício nessa direção.
A crise internacional de 2008, e os seus desdobramentos atuais, tem como causa principal a hegemonia das forças políticas neoliberais que ascenderam ao poder nos anos 80 nos países até agora chamados “centrais”. Essas forças alinhadas ao mercado promoveram privatizações, aprofundaram desigualdades sociais e atacaram conquistas sociais e democráticas dos trabalhadores. Uma de suas ações principais foi a desregulação do sistema financeiro, que resultou em uma escalada especulativa sem precedentes, na alavancagem abusiva de alguns dos maiores bancos do planeta, obrigando muitos países a multiplicarem sua dívida soberana para salvarem instituições privadas que demonstraram não ter nenhuma responsabilidade ou compromisso social. A crise, profunda, de longa duração e de conseqüências imprevisíveis tem levado de roldão milhões de empregos, benefícios sociais, governos e partidos que se dobraram ao poder do capital financeiro, este sim principal fautor e beneficiário da crise. Assume uma dimensão política, que fica evidente com os resultados eleitorais recentes, com os protestos sociais crescentes e com as soluções tecnocráticas adotadas na escolha do primeiro-ministro da Itália e da Grécia. Trata-se, ao mesmo tempo, de uma crise do modelo da gestão e dos valores do neoliberalismo.
A crise é agravada pela atitude dos partidos social-democratas europeus, que não conseguiram construir uma alternativa consistente às políticas neoliberais, e acabaram por se render a elas. Na Grécia, Espanha e Portugal os partidos social–democratas cederam às imposições da direita que comanda a União Européia e assumiram como suas as medidas antipopulares, sem apontar os verdadeiros culpados pela crise nem buscar alternativas democrático-populares para enfrentá-la. Isto ajuda a entender por quais motivos as fortes mobilizações sociais que vem ocorrendo em diversos países europeus, não impediram a vitória dos partidos de direita nas recentes eleições em Portugal e Espanha.
A crise está afetando, em maior ou menor medida, todos os países, inclusive os chamados BRICS. A depender do impacto que tenha sobre a China, que possui vínculos profundos com os Estados Unidos, a crise pode se tornar ainda mais profunda.
O Brasil conseguiu resistir aos efeitos do primeiro momento da crise em 2008/2009, segue resistindo e deve aproveitar o momento para dar um salto no seu processo de desenvolvimento.
Ao contrário dos vaticínios da oposição e na maré oposta da Europa, nos oito anos do governo Lula e neste primeiro ano do mandato da presidenta Dilma Rousseff, o Brasil segue na rota do crescimento econômico com geração de empregos, distribuição de renda e inclusão social. Diante da crise, nosso governo vem adotando medidas adequadas, sendo as mais recentes a decisão de reduzir a taxa Selic, a expansão responsável do crédito e a proteção à indústria nacional, que deve se apoiar em medidas cambiais, na expansão do mercado interno e do emprego. Além do que, prossegue na valorização do salário mínimo, no empenho para erradicar a pobreza extrema, na ampliação dos programas sociais, no fortalecimento do SUS, no combate ao crime organizado e na prioridade na elevação da qualidade do ensino público no País.
Agora, frente à crise internacional, é preciso combinar de forma mais arrojada a integração econômica e política da América Latina com um conjunto de variáveis necessárias no plano interno para elevar o investimento público, ampliar o emprego e as políticas sociais, elevar os ganhos das classes trabalhadores, da agricultura familiar e dos setores médios urbanos. Entre essas variáveis destacam-se a aceleração da queda sustentável da taxa de juros e a proteção da indústria nacional, incluindo medidas cambiais.
Vale ressaltar que a recente atualização da metodologia de cálculo do IPCA, possibilitada pelos estudos do IBGE, confirma ser possível manter a inflação no centro da meta traçada pelas autoridades econômicas. E viabiliza reduzir com mais segurança a taxa Selic, bem como baixar o spread bancário, que onera em demasia o crédito ao consumidor.
O PT, que vem apoiando as iniciativas de enfrentamento da crise, acha importante que os formuladores da política econômica do governo analisem alternativas que têm sido propostas por organizações progressistas, tais como uma regulação mais rigorosa do sistema financeiro mundial, a implantação de uma taxa sobre transações financeiras internacionais, bem como a implantação do chamado piso de proteção social em países onde a crise é mais aguda. Opções nesta direção vêm sendo estudadas por economistas progressistas, agora reunidos na Rede Desenvolvimentista, com quem nos congratulamos.
O nosso compromisso com o crescimento econômico, com a distribuição de renda, com o combate à pobreza e o fim da miséria, base do nosso projeto democrático e popular, é essencial para a disputa política contra a direita. Mas essa base material e social só se efetiva politicamente com a construção da hegemonia democrática e popular, de perspectiva socialista, representada pelo nosso projeto de país e de mundo, como orientou nosso 4o. Congresso.
Ao reconhecer que “é mais fácil falar do futuro do Euro do que o do PSDB”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reconheceu a profunda crise programática do neoliberalismo brasileiro. Descreveu a nau sem rumo em que se converteu o principal partido da oposição conservadora do país. Se o Brasil ainda estivesse sob o jugo dos tucanos estaria arremetido no turbilhão da crise internacional, com milhões de desempregados e se veria face a novas privatizações e ameaças à soberania nacional.
Isto não significa que devamos subestimar a oposição, que conta com forte apoio na mídia e no Congresso, em setores do grande empresariado, dirige governos importantes e, mesmo sendo minoritária na sociedade, possui bases eleitorais significativas. Sua ação, no entanto, hoje se desenrola no plano das denúncias sem coragem de assumir suas concepções econômicas e sociais que são da mesma natureza daquelas geradoras da crise internacional.
Uma das maneiras de enfrentar a direita é contribuir para aprofundar os esforços que o governo Dilma vem fazendo para aperfeiçoar a democracia. São significativos os avanços com a sanção da Lei do Acesso à Informação e a criação da Comissão da Verdade, cujas investigações poderão apoiar a busca por justiça a que têm direito as famílias das vítimas da repressão.
O governo Dilma prossegue garantindo a participação popular na definição das políticas governamentais com a realização de conferências nacionais, no diálogo com os movimentos sociais—que precisa ser amplificado—, nas iniciativas que valorizam a presença das mulheres na política, nas ações de afirmação da igualdade racial e de combate ao preconceito.
Coerente com sua luta contra a corrupção sistêmica no Estado brasileiro, inclusive tendo companheiros assassinados e muitos em constante ameaça por esta causa, o PT reafirma seu apoio ao sistemático trabalho preventivo e de controle republicanos. A construção da Controladoria Geral de União, o investimento na profissionalização e na autonomia operacional da Polícia Federal, os portais da transparência das contas públicas, os novos sistemas públicos de auditagem nos repasses das verbas federais para os municípios, o investimento na formação de uma ética pública cidadã indicam um inédito padrão republicano de combate à corrupção conquistado nos governos Lula e Dilma.
Corrupção não é um problema apenas do Estado, mas das relações entre os interesses econômicos – sobretudo os mais poderosos – com o Estado. Por isso, para nós, é fundamental a participação e o controle dos cidadãos na gestão do Estado, a construção de procedimentos republicanos que promovam e assegurem o interesse público, e também o financiamento público das campanhas eleitorais.
Persistem ainda os desafios maiores e de mais longo prazo - muitos deles resultantes dos períodos de baixo crescimento e descaso para com o desenvolvimento nacional, como nas décadas de 80 e 90 – e exigem atenção redobrada e políticas inovadoras, visando ao desenvolvimento nacional. Continuam na ordem do dia os gargalos na infra-estrutura e a redução da desigualdade social, apesar de avanços na infraestrutura e da enorme inclusão promovida pelos nossos dois governos.
É papel do nosso partido defender os direitos dos trabalhadores e somar-se às suas lutas históricas no caminho do fortalecimento da classe trabalhadora nas relações capital/trabalho e nas conquistas de avanços no mundo do trabalho, como a redução da jornada e melhorias salariais. Contribuirá para isso instituir o princípio da negociação coletiva nas relações trabalhistas, o respeito à organização sindical autônoma, enfim, um sistema amplamente democrático de relações do trabalho, com liberdade e autonomia sindical, através da adoção pelo Brasil da Convenção 87 da OIT.  Estas questões se revestem de fundamental importância para resistir à nova ofensiva conservadora e neoliberal que pretende a jogar a solução para a crise na flexibilização dos direitos dos trabalhadores. Ademais, o fortalecimento da classe trabalhadora e a melhoria da renda são imprescindíveis na estratégia da defesa da economia nacional e dinamização do mercado interno.
No debate em curso a respeito dos royalties do pré-sal, que aguarda decisão do Congresso Nacional, o PT entende que o Pré-Sal é o nosso passaporte para uma revolução educacional, científica e tecnológica, e não cabe ser reduzido nem a instrumento de uma genérica distribuição difusa de recursos entre entes federativos, nem a uma panacéia para todos os problemas nacionais.
O DN denuncia o comportamento da multinacional Chevron, que, concessionária de área de exploração, deve ser rigorosamente responsabilizada pela prática de crime ambiental. A concessionária Chevron foi flagrada mentindo sobre as causas e sua própria reação ao acidente no “campo de frade” sob sua responsabilidade. Enquanto as evidências apontam para sua tentativa de extrapolar a concessão penetrando na área do pré-sal, a direção da Chevron partiu para intriga e acusações à Polícia Federal, ao Ministério das Minas e Energia e a Agência Nacional de Petróleo. O PT reafirma seu apoio à revisão da legislação do petróleo, ora em curso no Congresso Nacional, e considera que a Chevron deve ser tratada com toda a firmeza prevista na legislação.
Tal episódio chama a atenção para as tarefas do desenvolvimento ambientalmente sustentável, que requerem providências próprias e a consideração de diferentes variáveis que assegurem um desenvolvimento de longo prazo ao país em harmonia com a necessária saúde ambiental. Exemplo disso é a política de redução de emissão de gases de efeito estufa onde o Brasil assume a meta de até 38% de redução de CO2 até 2020 e o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, que visa solucionar o problema dos lixões que hoje atinge mais de 70% dos municípios brasileiros. O Brasil está entre os países com o maior sistema de energia limpa do mundo, e deve continuar avançando no uso de tecnologias que buscam equacionar a qualidade da energia oferecida com a redução de danos sócio-ambientais.
Na recente Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima de Durban, a COP-17, ficaram evidentes os avanços do Brasil no que tange a consecução das metas estabelecidas em Copenhague. No combate ao desmatamento, em 2011 o Brasil alcançou uma redução de 66% em relação à média de desmate verificada entre os anos de 1996 e 2005. Isso se refletiu na redução das emissões de CO2 desde 2005 até hoje, resultado este que possivelmente coloca o Brasil na liderança mundial no ranking de redução de emissões. A COP-17 contou também com decisiva participação da representação brasileira, possibilitando diversos avanços, destacando-se a prorrogação do protocolo de Kyoto, a viabilização do Fundo Verde Climático, e a criação de um novo acordo climático que deve vigorar a partir de 2020, com a participação agora dos EUA e da China.
A Conferência Rio + 20, antecedida do FSM temático em Porto Alegre, será um momento político importante para a contraposição desses modelos antagônicos. Será uma oportunidade de reafirmar, em articulação com outros governos, partidos e movimentos sociais progressistas e de esquerda na América Latina e no mundo, a superioridade do modelo de desenvolvimento democrático e popular que defendemos sustentável tanto do ponto de vista ambiental quanto social, com eliminação da pobreza, redução das desigualdades, distribuição de renda e da riqueza e aprofundamento da democracia. Será, também, uma excelente oportunidade de prosseguir nosso protagonismo na defesa do desenvolvimento com sustentabilidade ambiental, tal como o fizemos na Conferência Mundial do Clima, em Copenhague, na recente Conferência de Durban e tal como tem feito o nosso partido no Congresso Nacional na votação do Código Florestal.
A crise internacional é uma ocasião para recolocar em nossa ação governamental, no Congresso Nacional e, na ação do partido como nossos aliados, na sociedade a Reforma Tributária, não apenas como uma redivisão e reoganização federativa dos tributos, mas que, defendendo o papel decisivo dos tributos para o Estado exercer seu papel no desenvolvimento e na distribuição da riqueza, enfrente desde já, com ousadia, a questão da progressividade tributária, taxando mais os mais ricos e menos as classes populares, ao contrário do sistema regressivo ainda vigente.
No conjunto de nossas tarefas, a reforma política—que institua o financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais, as listas partidárias, a ampliação da participação popular, da paridade de gêneros, entre outros aspectos – continua em pauta, ainda que adiada no Congresso Nacional. Esta é uma bandeira do PT, que continuaremos empunhando antes, durante e depois da campanha eleitoral próxima.
Igualmente devemos prosseguir na luta pela democratização da comunicação, aprovando no Congresso o Marco Civil da Internet, além da instituição do Marco Regulatório, tal como detalhado na Resolução deste DN sobre comunicação.
O processo de formação da opinião pública democrática no país está gravemente privatizado, controlado por grandes empresas de comunicação, o que tem resultado em fortes restrições ao pluralismo de opiniões, distorção ou censura sistemática de informações, além do silenciamento de vastos setores da população (trabalhadores, negros, pobres, mulheres), que não têm seus interesses, aspiração e direitos acolhidos na agenda desta mídia empresarial. Lutamos por mais democracia na comunicação, mais liberdade de expressão, mais pluralismo na opinião e na informação, mais direito de fala a aqueles que nunca tiveram voz na história brasileira.
O PT tem dedicado sua organização e ação partidária, com grande unidade, à defesa de nosso governo e de nosso projeto nacional referendado pela maioria da sociedade brasileira nas eleições de 2010. Ao mesmo tempo tem desenvolvido outras tarefas históricas que lhe cabem, como a luta por novos avanços no sentido da igualdade econômica, política e social, o aprofundamento da democracia, a contínua relação com os movimentos sociais, buscando dialogar seja com as mais conhecidas formas de organização da sociedade civil, seja com os novos atores sociais, especialmente a juventude que se apropria mais facilmente de novas formas de comunicação e que busca novas formas de ação política. Este será um dos nossos maiores desafios políticos, que ainda não resolvemos: entender e integrar com sua especificidade, no nosso projeto nacional socialmente justo e soberano, a contribuição inovadora da juventude.
Realizamos em setembro a segunda fase do nosso 4º Congresso Nacional, cujo tema central era a reforma do Estatuto. Os resultados deste Congresso mostraram que persiste viva em nosso partido a construção de uma sociedade pautada pelos ideais da igualdade política, social e econômica, simbolizada neste Congresso especialmente pela aprovação da paridade entre mulheres e homens nas direções e demais organismos e representações partidárias, também pela aprovação de outras medidas como a representação étnico-racial e a representação da juventude nas direções partidárias e construção de uma forte instância da juventude organizada por diretrizes construídas em seus congressos próprios, tais como o 2º Congresso realizado em novembro.
O 4º Congresso do PT reafirmou também que as campanhas de filiação ao partido e as decisões internas devem conciliar o crescimento numérico com nossa unidade ideológica, de tal modo que o PT continue a se referendar nos valores do socialismo democrático e na sua contínua atualização como tarefa coletiva. É fundamental que todas as instâncias partidárias assumam a campanha de filiação deflagrada pelo nosso programa de TV e que deverá estar de acordo com as mudanças estatutárias realizadas pelo 4o. Congresso.
É para sustentar e ampliar o apoio ao nosso projeto nacional que entramos na disputa eleitoral de 2012. Como já enfatizamos em resoluções anteriores, as eleições municipais serão um momento de fortalecimento do PT, principal partido dos que dão respaldo ao governo Dilma—o que exige muita unidade interna entre nós, harmonizando no objetivo comum as aspirações individuais. Neste aspecto, por sinal, a definição de candidaturas em São Paulo e Porto Alegre atestam a disposição da militância de entender a unidade como um instrumento para chegar à vitória nas urnas.
As eleições de 2012 serão uma oportunidade para defender nosso projeto democrático de desenvolvimento, de universalização de direitos e de instituição de novos direitos sociais, projeto que geralmente sintetizamos como modo petista de governar, eficiente, inovador e transformador.
As eleições serão também um momento de unidade programática com nossos aliados, compreendendo a necessidade de alianças que devem levar em conta a legítima aspiração de cada partido ao seu crescimento e a posição relativa de força de cada um na sociedade. Para avançar neste caminho complexo, o 4º Congresso Nacional do PT definiu as diretrizes gerais que serão nosso guia político neste processo, a Escola Nacional de Formação dirigirá um trabalho sistemático de formação específica para nossas candidaturas, e a Direção Nacional, especialmente através de sua Comissão de Acompanhamento das Eleições de 2012, com as Comissões Executivas Estaduais, acompanhará e incidirá, dentro das normas estatutárias, para o sucesso de nosso projeto nacional em mais este momento da democracia e das instituições brasileiras.
Diretório Nacional do PT
13 de dezembro de 2011

Fonte: